Uma pedra preciosa

 

Com as redes sociais passámos a receber diariamente pensamentos e lições que chamam a nossa atenção, que nos comovem ou fazem sorrir. Histórias e que nos fazem pensar. Precisamente hoje de manhã, enviaram-me uma história muito bonita, de um senhor brasileiro chamado Berto Júnior. Eu gostei tanto desta história que vou partilhá-la consigo. É uma parábola que tem a ver com a nossa autoestima.

Gosta de ouvir histórias? Perfeito, porque eu amo contar contar histórias. Esta é deliciosa, como vai perceber já de seguida.

Era uma vez um pai que decidiu ensinar ao seu filho, ainda criança, o verdadeiro valor da vida. Deu-lhe uma pedra muito bonita que tirou do jardim e disse-lhe “Filho, vai até à feira, leva esta pedra e, quando te perguntarem quanto é que ela custa, mostra só dois dedos. Não fales. A pessoa vai fazer uma oferta, tu agradeces, vens embora, mas não vendes a pedra”. O menino assim fez. Foi até à feira com a pedra e, ao chegar lá, mostrou a pedra às pessoas que iam passando e houve uma senhora que se interessou e lhe disse, “Mas que pedra tão bonita! Eu quero ter esta pedra no meu jardim. Quanto é que custa?”. O menino, tal como o pai lhe tinha dito, mostrou dois dedos e não disse mais nada. A senhora disse-lhe então “Ah, custa 20 euros. Muito bem. Eu fico com ela, quero esta pedra para o meu jardim”.

O menino, como o pai lhe tinha dito, agradeceu e não vendeu a pedra. Ao chegar a casa, contou ao pai: “Pai, uma senhora ofereceu 20 euros pela pedra do jardim, mas eu fiz como o pai disse e não vendi”. O pai respondeu “Muito bem, agora quero que tu faças outra coisa: levas a mesma pedra, mas agora vais para a porta de um museu. Quando alguém te perguntar quanto custa a pedra, tu mostras à mesma dois dedos”.

E assim foi. O menino foi até à porta do museu com a pedra. Um senhor, ao sair do museu, parou e disse “Mas que pedra tão linda! E é rara, nunca vi uma pedra assim! Eu quero esta pedra para a minha coleção. Quanto é que custa?”. O menino, como o pai lhe tinha dito, mostrou apenas os dois dedos. O homem disse-lhe então “200 euros? Ah sim, 200 euros, muito bem. Eu fico com ela, vai ficar linda na minha coleção”.

O menino, como o pai lhe disse, agradeceu e não vendeu. Veio-se embora e trouxe a pedra com ele. Chegou a casa e disse “Pai, eu nem quero acreditar. Então não é que um senhor que ia a sair do museu, ofereceu 200 euros pela pedra do jardim? Como é que isto é possível?”.

E o pai continuou “Filho, eu vou pedir-te só mais uma coisa: agora vai até uma ourivesaria e lá mostras a pedra. Quando vires que ele está interessado, mostras a pedra e não lhe dizes nada. Ele há de perguntar quanto é que custa e tu vais mostrar dois dedos na mesma, tal como fizeste até aqui. Não vendas e voltas para casa”. E assim foi.

O menino lá foi, procurou uma ourivesaria e mostrou a pedra ao ourives. Ele olhou-a e disse, “Mas que linda pedra que trazes aí, meu menino! Essa pedra bem encastoada num anel vai fazer uma joia absolutamente brilhante. Eu quero muito essa pedra. Quanto é que custa?”.

O menino, tal como o pai lhe tinha dito, mostrou apenas dois dedos. O ourives disse-lhe “Ah, tudo bem, eu fico com a pedra! 2000 euros, é isso? Eu fico com a pedra!”.

O menino voltou para casa e disse “Pai, meu Deus, como é que é possível? Então não é que o joalheiro me queria oferecer 2000 euros por esta pedra do jardim?” E o pai respondeu-lhe esta coisa maravilhosa: “É isso mesmo que eu queria que tu compreendesses. Dependendo das pessoas e do lugar onde estás, o teu valor vai mudando. Portanto, rodeia-te sempre das pessoas certas, que te dão o valor certo para seres sempre uma joia e não uma simples pedra de jardim.

E você faça o mesmo! Rodeie-se das pessoas certas, aquelas que veem a joia que você é e, se você sente que os outros não o sabem valorizar, o problema não é seu! O problema é das pessoas que não sabem ver quem você é!

É uma bela história, não é? Se gostou e se conhece uma história bonita, envie-me a sua história também. Partilhe comigo. Quem sabe eu irei contar a sua história.

Aqui em baixo veja-me a contar esta mesma história. Vai gostar. Um grande beijinho, Teresa

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