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Diz o ditado que a vida são dois dias e o Carnaval são três. E no Brasil o país pára para viver intensamente a folia.
Quando via na televisão os desfiles das escolas de samba, imaginava a emoção que seria viver um Carnaval no Rio de Janeiro.
Esse dia chegou. Mas antes fui experimentar a fantasia que iria usar. Um trabalho de mestre, de pessoas que passam o ano inteiro a dar tudo de si pela sua escola.

A escola de samba onde desfilei foi o Salgueiro. Dei por mim no meio de mais de 4000 colegas, todos com o Salgueiro na boca e o samba no pé. Um mar de gente a desfilar no Rio… de Janeiro. O som da bateria era contagiante. Os carros alegóricos gigantes, verdadeiras obras de arte. Ainda hoje consigo ouvir os gritos dos milhares de apoiantes na bancada. Aqueles momentos foram tão intensos que passaram num instante. A grande Marquês de Sapucaí, avenida onde as escolas de samba desfilam é enorme mas senti-a pequena.
Quando cheguei ao fim da avenida só queria começar tudo outra vez e não acordar daquele sonho. Havia fantasias maravilhosas espalhadas por todo o lado que as pessoas deixavam por ali para continuarem a curtir livres o seu Carnaval.

Nessa noite deitei-me de manhã com todas aquelas memórias. Acordei com a recordação do barulho ensurdecedor das pessoas nos camarotes e bancadas a gritar: “é campeã! É campeã”. E nesse ano foi. Liguei a televisão e qual não é o meu espanto, a minha escola tinha ganho. O Salgueiro depois de muitos anos sem vencer era a escola Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro.

Não é todos os dias que podemos gritar: campeões, nós somos campeões”!
E viva o Carnaval!
Teresa Guilherme no Carnaval do Rio de Janeiro

Teresa Guilherme no Carnaval do Rio de Janeiro

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